O impossível carinho

Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo 
Quero apenas contar-te a minha ternura 
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás 
Eu te pudesse repor 
— Eu soubesse repor — 
No coração despedaçado 
As mais puras alegrias de tua infância! 

Manuel Bandeira, In Libertinagem, 1930

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