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“Eu gosto, sem qualquer narcisismo, de uma palavra que eu mesmo criei e que é “abensonhar”. A benção que gostaria que alguém me concedesse não poderia ser pronunciada numa língua existente. O escritor quer é falar na língua dos sonhos, essa que não tem possibilidade de tradução.”

Mia Couto, in entrevista  “blog da Companhia “

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